Aqui o contato guarda o anúncio que o trouxe. Você vê, anúncio por anúncio, quem marcou reunião e quem fechou — e pausa o que não traz ninguém sem abrir outra aba.
O gerenciador diz quantas conversas o anúncio abriu e para aí. Aqui quem chega de um anúncio do Meta fica com o id do anúncio no contato. A conversa mostra de onde a pessoa veio, e a tela do anúncio mostra quem marcou reunião e quem virou ganho no funil.
Lado a lado, cada anúncio com o que gastou e o que trouxe para o CRM: contatos, reuniões e quantos dos contatos marcaram. O gerenciador de anúncios não monta essa tabela porque as últimas colunas moram no CRM.
Número de relatório só convence até alguém perguntar quem são. Na tela do anúncio sai a lista das pessoas que vieram dele: quando entraram, quem marcou a reunião e onde estão agora no funil. É a diferença entre acreditar no relatório e conferir o relatório.
Painel que só mostra obriga você a abrir o gerenciador, achar o anúncio de novo e agir de memória. Aqui o botão fica na linha em que o número apareceu: pausar ou ativar, com um clique.
No Google, boa parte da verba vai para buscas que não têm nada a ver com o que você vende. A IA lê os termos do período com a regra que você escreveu e marca cada um: negativar, adicionar ou ignorar, com o motivo. Você seleciona e aplica.
No Google, a IA lê a campanha inteira — mídia, funil, etapas do CRM e ticket — e escreve o que está funcionando e o que dá para melhorar, com a fonte de cada número. E segue o critério que você escreveu, não um benchmark genérico.
Sem cena animada, porque não precisam — mas fazem falta quando não existem.
Mais de uma conta de anúncio no mesmo painel, com troca no seletor — quem gerencia várias marcas não precisa de logins separados.
No Meta, campanha, conjunto e anúncio com preview do criativo e o status de veiculação. No Google, grupos, anúncios e palavras-chave.
No Meta, gasto, leads e reuniões no mesmo gráfico, dia a dia — a defasagem entre investir e colher fica visível.
Cada indicador com a variação contra o período anterior de mesmo tamanho, sem montar filtro.
Alertas escritos: fadiga, gasto sem conversão, custo por lead acima do dobro da média e lead que não marca reunião.
Campanha de mensagem mostra custo por conversa; de cadastro, custo por lead; de vídeo, retenção até o fim.
Share de pesquisa, impressões no topo, perda por orçamento e perda por ranking. Diz se o problema é verba ou é anúncio.
No Google, você escreve a meta e a IA avisa quando o custo por reunião ou por ganho passa do aceitável.
Desempenho por palavra-chave, tipo de correspondência e índice de qualidade, com filtro para os termos que ela disparou.
Onde estão os leads que a campanha trouxe, etapa por etapa, com os perdidos e o motivo.
O termo bom vira palavra-chave no grupo que o disparou. Se a política do Google permite exceção, o pedido já vai com ela.
Os dados vêm pela API oficial de marketing da Meta e pela API do Google Ads — não é raspagem de painel nem extensão de navegador.
Ele é contratado à parte, e é dentro dos outros módulos que o dado vira decisão.
A página que a IA escreve, com o formulário entregando o lead no funil. Na sessão da página, o gclid vira campanha, grupo e palavra-chave. Ver Landing pages →
É onde a origem vira etapa, valor e negócio ganho. Ver CRM →
Comportamento na página e entrada de lead viram gatilho — o lead do anúncio já nasce roteado. Ver Automação →
O investimento no Meta entra na métrica customizada do showcase: custo por reunião do jeito que você apresenta. Ver Relatórios →
O módulo de Ads é contratado à parte — calcule junto com o plano e veja o total.
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